5 motivos para Contratar um Advogado Especialista em Startup

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Contratar um advogado especialista em startup é essencial para qualquer negócio que tenha a intenção de se estabelecer e crescer nesse mercado competitivo.

Seja nas relações societárias, contratuais, questões de propriedade intelectual ou até mesmo nas captações de investimento, o advogado ou assessoria jurídica sempre aparece como uma figura importante para viabilização de negócios de forma mais segura.

Contudo, nem todos estão habituados à dinâmica do ecossistema de startups, e nem sempre aquele advogado da sua família será a melhor pessoa para assessorar seu empreendimento. Ora por não ser especialista em direito empresarial e afins, ora por não estar inserido na realidade das startups, seus conceitos e relações jurídicas.

Não estamos aqui para defender a existência de um “Direito das Startups” como um ramo autônomo, uma vez que os direitos aplicados às startups são os mesmos aplicados à qualquer tipo de empresa com modelos tradicionais ou disruptivos.

Entretanto, a lógica da atuação das startups deixa clara a necessidade de adaptação da assessoria jurídica usual a esta realidade, proporcionando, de forma atualizada, maior rapidez e flexibilidade, características fundamentais para viabilização de novos modelos de negócio repetíveis e escaláveis em ambientes de extrema incerteza.

Percebendo este cenário, resolvemos listar alguns dos motivos para você consultar um advogado especialista em startup quando estiver buscando assessoria jurídica para seu negócio.

Quer saber quais são? Então continua a leitura logo abaixo.

1 – Entendimento da Dinâmica do Mercado

Advogado especialista em startup precisa conhecer o mercado de startups.

Para trabalhar com startups, o advogado precisa entender a dinâmica de funcionamento das startups, como ocorrem suas relações, os tipos de modelos de negócio existentes, bem como todo o ecossistema de empreendedorismo.

O advogado que não está por dentro deste ambiente, dificilmente conseguirá entender como adaptar as diversas soluções jurídicas aos seus clientes, pois sentirá dificuldade de identificar problemas, necessidades, além de eventuais desconhecimentos de termos e linguagens utilizados por empreendedores e demais players do ecossistema.

2- Advogado especialista em startup tem que estar constantemente atualizado

Para trabalhar com modelos de negócio disruptivos é necessária uma constante atualização, tanto do ponto de vista de negócio, como jurídica.

O simples conhecimento da legislação e entendimentos de tribunais e doutrinadores do Direito não credenciam um profissional jurídico a ser um advogado especialista em startups, pois estas, na maioria das vezes, apresentam soluções que a própria legislação e sociedade ainda não trataram.

Sendo assim, é importante que o advogado esteja 100% atualizado sobre tudo que está acontecendo em relação à startups, mercado e ambiente legal, sendo certo que muitas vezes vai atuar em lacunas da lei e lidar com os problemas da inovação.

3 – Rapidez e Disponibilidade

Startups precisam de atendimento dinâmico.

Para um advogado especialista em startup conseguir ser eficiente no que se propõe, é necessário que seja ágil e disponível para os empreendedores.

As startups nascem rápido, erram rápido e mudam rápido de modelo de negócio.

Para que isto ocorra com segurança e eficácia, é necessário que o advogado esteja disponível e atenda com a maior agilidade possível, auxiliando o empreendedor nas questões mais sensíveis e mitigando os riscos do negócio em um tempo que seja compatível com os modelos propostos.

4 – Flexibilidade e Modelo Enxuto

Startups são enxutas e precisam de flexibilidade.

Como muitos sabem, as startups precisam adotar modelos enxutos para desenvolvimento de suas soluções, economizando tempo, custos e recursos. Não podemos pensar em uma assessoria jurídica para startups que apresentem modelos rígidos, complexos, burocráticos e altamente custosos.

O advogado de startup precisa flexibilizar sua forma de atuação, tanto no que diz respeito às soluções propostas, quanto aos modelos financeiros de cobrança de seus honorários, pois uma startup não pode e não deve engessar suas relações e gastar recursos preciosos com advogados, deixando de lado questões essenciais para desenvolvimento de suas soluções.

5 – Viabilização de Negócios

Novos modelos de negócio precisam ser viabilizados.

O papel de advogados que trabalham com startups não é dizer “não pode” e isto não quer dizer ser irresponsável na advocacia.

Startups nascem para resolver problemas e muitas vezes precisam quebrar barreiras e propor soluções disruptivas para mercados tradicionais, sendo o papel do advogado avaliar e alertar todos os riscos da operação.

Além disso, é papel do advogado sugerir as melhores opções jurídicas para viabilização da solução pretendida, respeitando princípios éticos e observando ao máximo a legislação existente, podendo, contudo, adotar ferramentas que atuem em lacunas legislativas e espaços ainda não explorados para fins de dar seguimento ao empreendimento.

Por fim, vale ressalvar que nem sempre é possível fazer isso e muitas vezes é preciso que o empreendedor escute os conselhos de seu advogado para evitar condutas ilícitas e/ou práticas abusivas. A legislação é quem deve acompanhar as inovações da sociedade, mas também é preciso cautela!

Quer saber como escolher uma assessoria jurídica perfeita para a sua startup? Então leia nosso artigo sobre cuidados na hora de selecionar uma consultoria jurídica para sua empresa.

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